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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

ABC da computação em nuvem

Pra quem tinha dúvidas sobre o funcionamento, manutenção e custos da tão aclamada "computação em nuvem".


Por Paul Korzeniowski / InformationWeek EUA
23/11/2009

"Entenda o que os termos e as tecnologias significam..."

"Você percebe as pessoas te olhando estranho cada vez que você fala em computação em nuvem? Você não está sozinho. A VersionOne, fornecedora de software de gerenciamento de projetos, perguntou para 110 profissionais sêniores de finanças o que significava o termo "computação em nuvem" e 67% respondeu "não sei".

Considere isso como seu slide de introdução na sua próxima apresentação sobre estratégia de computação em nuvem. A InformationWeek EUA examinou o mercado em cinco categorias: infraestrutura como serviço, plataforma como serviço, software como serviço, armazenamento como serviço e nuvens híbridas, que combina as quatro categorias anteriores com data centers locais. Entenda mais sobre cada um:

Software como serviço: automoção de força de venda foi uma das primeiras áreas em que software online de entrega corporativa ganhou tração, liderada pela Salesforce.com, que hoje tem renda anual superior a US$ 1 bilhão. Software como serviço, ou SaaS, substitui os custos com licenças por assinaturas mensais, além de geralmente ser mais fácil de implementar, manter e atualizar, já que os funcionários precisam apenas acessar um website para ter acesso ao aplicativo. SaaS tem se expandido para quase todas as categorias de aplicativos e é o modelo preferido de software as empresas iniciantes.

Infraestrutura como serviço: isso envolve a compra de servidores online com capacidade sob demanda de fornecedores como a Amazon, a IBM, a Microsoft, a Rackspace, a Savvis e a Verizon. Os clientes pagam por poder de computação baseado em consumo, de forma parecida com eletricidade. Os servidores virtualizados são, geralmente, oferecidos com variadas configurações, o que permite que o usuário escolha o processador, a memória, o sistema operacional e mais.

Amarzenamento como serviço: no mesmo modelo "paga-quanto-consome". Com o aumento no volume de dados, os fornecedores de armazenamento como serviço, como a Carbonite, a EMC, a IBM, a Seagate e a Symantec dizem que podem reduzir o preço ao assumir o gerenciamento do armazenamento e separar os clientes dos custos associados à atualização de hardware.

Plataforma como serviço: os desenvolvedores que buscam uma maneira conveniente de criar e implementar aplicativos Web usam cada vez mais PaaS. Disponível pelo Google, Microsoft e outras, esses serviços em nuvem vêm com ambiente de desenvolvimento, que tornam os testes e a implementação mais fáceis e confiáveis. Às vezes, os fornecedores unem serviços de infraestrutura com PaaS ou te direcionam para fornecedores de infraestrutura.

Nuvens Híbridas: O modelo de nuvem híbrida tenta unir o modelo de data center local convencional com a capacidade variável que esses modelos de nuvem oferecem. Uma empresa pode comprar capacidade de computação sob demanda para lidar com tráfego de Web em uma grande promoção ou por uma iniciativa de pesquisa sob demanda. Ao invés de comprar hardware que roda com uma capacidade bem mais baixa na maioria das vezes, a abordagem híbrida promete permitir que as empresas rodem seus próprios servidores com utilização mais alta, comprando capacidade de fluxo sob demanda.

Por enquanto, se trata mais de um conceito do que da realidade. As empresas estão criando infraestrutura de nuvem dentro de seus próprios dada centers, usando virtualização e medindo carga para utilização alta. Mas os fornecedores de virtualização dificultam a troca dessas cargas para data centers externos. Fornecedores como a VMware e a Citrix, assim os vendedores de gerenciamento de sistemas, prometem resolver esse problema e tornar o conceito de nuvem híbrida uma opção mais prática."

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